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Uma recente pesquisa do SponsorTracker 2008, desenvolvida pela Market Analysis, instituto de pesquisa e opinião pública, publicada no Jornal do Comércio, constatou que brasileiros reconhecem as marcas que bancam os atletas. E o percentual é representativo: entre 83% e 85% dos entrevistados reconhecem que a imagem de uma empresa melhora com o apoio aos atletas das mais diversas modalidades esportivas. As entrevistas foram realizadas com 805 adultos entre 18 e 79 anos, seguindo uma amostra estratificada representativa nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Brasília e Goiânia. Os dados foram colhidos de novembro a dezembro do ano passado. Os especialistas ainda admitem que o futebol permanece na preferência dos investimentos em marketing esportivo das empresas, mas a situação vem, gradativamente, sendo revertida. Um exemplo é a Olympikus que, em 2008, foi a patrocinadora oficial do Comitê Olímpico Brasileiro, oferecendo mais estabilidade à delegação para a conquista dos resultados. Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 10h19
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O Palmeiras, conhecido pelo verde, branco e, atualmente, pelo verde limão, deve fazer uma homenagem à Ferrari, vestindo a camisa vermelha com o nome da escuderia italiana, numa partida oficial do Campeonato Brasileiro, com data próxima a do GP do Brasil, no dia 2 de novembro. Muitas pessoas devem estar se perguntando: o que a Ferrari tem haver com o Palmeiras? Bem... A questão é simples. A Ferrari faz parte do Grupo Fiat, como as empresas Iveco, Lancia e Alfa Romeo. E o principal patrocinador do Palmeiras, hoje, é a Fiat. Além disso, existem os laços do clube de futebol com os italianos, pois foi criado por imigrantes, com o nome de Palestra Itália. A jogada de marketing esportivo é bem clara. Fortalecer o patrocínio e a identificação da Fiat com a Sociedade Esportiva Palmeiras e mostrar o apego do clube por outra paixão brasileira: a Fórmula-1. E nada melhor do que a Ferrari, aproveitando o embalo da ótima fase que vive o piloto ferrarista Felipe Massa que briga pelo Mundial de Pilotos. É ou não é uma ótima jogada de marketing esportivo?
Imagens: Fernando Santos/ Folha Imagem (Alex Mineiro/ Palmeiras) e oglobo.globo.com (Felipe Massa)
Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 11h20
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O Instituto Brasileiro de Marketing Esportivo (IBME) está se mobilizando para lançar um livro com o objetivo de contribuir com esta área tão carente de pesquisas no país. De acordo com o site da IBME, a idéia é que o livro tenha um preço acessível e que seja escrito por grandes nomes do marketing esportivo brasileiro. A IBME foi criada em 2006, mas acabou sendo ativada em 2007. Com sede em Florianópolis-SC, o instituto possui a colaboração de diversos profissionais de marketing esportivo de todo o Brasil. Se você possui algum livro ou uma boa dica de leitura sobre marketing esportivo, deixe o seu comentário aqui, para dividir conosco.
Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 15h40
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Você sabe qual foi o primeiro produto associado ao esporte, devido ao trabalho de marketing esportivo? Segundo o site DMC Esportes, uma marca de cigarros nomeou o Grande Prêmio Ascot de Turfe, utilizando o nome Ascot no seu produto e inserindo o contorno de um cavalo em sua embalagem. Isso aconteceu na década de 30, na Inglaterra. Somente na década de 70, com as transmissões esportivas na televisão, é que o marketing esportivo ganhou força, uma vez que as empresas começaram a ver o esporte como uma oportunidade de agregar as suas marcas em ídolos, em clubes ou nos eventos esportivos. Essa é uma das características do marketing esportivo que começou mesmo na Antigüidade Clássica Romana, quando os imperadores promoviam os seus governos, por meio de lutas de gladiadores e corridas de bigas, realizadas em estádios como o Coliseu de Roma. Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 10h33
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A empresa de marketing esportivo Traffic tenta fechar negociação com dois jogadores do Vitória da Bahia. A diretoria do clube quer repassar 20% a 30% dos direitos econômicos dos jovens Marquinhos, atacante, de 18 anos, e o meia Willians, 19, com o objetivo de dificultar uma saída precoce dos atletas. Isso porque a Traffic está se especializando em negociações de jogadores como mais uma fonte gigantesca de renda para a empresa que já é uma das maiores do mundo no ramo de marketing esportivo, sendo que o potencial mais significativo da organização está relacionado a direitos de imagens em eventos esportivos, como as Eliminatórias da Copa do Mundo. Com certeza, a diretoria do Vitória confia mais na Traffic para administrar a carreira dos atletas do que o próprio clube.
Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 18h35
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Pesquisei algumas universidades que oferecem cursos de marketing esportivo. A maioria disponibiliza pós-graduação na área e inclui administração no meio. Por exemplo, na Universidade Castelo Branco, no Rio de Janeiro, tem o curso de pós-graduação em Administração e Marketing Esportivo. O curso tem o objetivo de proporcionar, ao estudante, o amplo conhecimento em gestão esportiva, com ênfase em finanças e administração esportiva e um pouco de direito da área. Estarei trazendo mais novidades sobre cursos nos próximos comentários. Se os blogueiros souberem de algum curso e queiram ajudar a divulgar, deixem os seus comentários aqui. Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 21h38
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Que o marketing esportivo vem crescendo no Brasil, isso é indiscutível. Tanto é que já existem cursos, eventos e especializações de ensino superior que pesquisam e desenvolvem trabalhos científicos no país. Uma das faculdades que oferece curso de especialização em marketing esportivo aqui, em Santa Catarina, é a Faculdade Estácio de Sá, localizada em São José, Grande Florianópolis. O curso inicia neste mês de agosto. As metas do curso são: conhecer os conceitos relativos ao marketing e gestão, entender sobre indústria do esporte, dominar estratégias da área, entender a motivação e o comportamento do consumidor e aprender a elaborar planejamento de marketing esportivo. Enfim, as universidades e faculdades do país já vêem o marketing esportivo como um novo filão do mercado, com tendência a crescer não apenas no desenvolvimento mercadológico, mas científico. Quem tiver interesse em conhecer o programa de pós-graduação em Marketing Esportivo da Faculdade Estácio de Sá, em Santa Catarina, estou disponibilizando o link http://dornier.sc.estacio.br/portal/content/view/984/310/. Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 10h59
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Bacharel em Esporte pela USP, com especialização em Marketing pela Universidade de Nova Iorque, César Augusto Strighi, é um conhecedor do marketing esportivo brasileiro. Strighi é um dos profissionais na área que defende o marketing esportivo como ferramenta para atingir o público-alvo, com a aplicação dos princípios do marketing a qualquer produto, abrangendo serviços, pessoas, lugares, idéias. Enfim, toda a indústria do esporte. Segundo ele, o marketing esportivo, em sua forma mais primitiva, remete aos tempos do período da Roma antiga, quando os imperadores promoviam suas administrações por meio de grandes eventos em estádios, como o Coliseu de Roma, onde aconteciam os combates entre gladiadores e as corridas de bigas. De fato, é uma forma de promoção e, portanto, um dos componentes do marketing. Escrito por André Tramontina às 15h35
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A proposta oficial feita pelo Chelsea, para a compra do brasileiro Kaká, meio-campista do Milan e considerado o melhor jogador do mundo, pela Fifa, em 2008, é tentadora. Imaginem um clube oferecendo 100 milhões de euros ou R$ 252,3 milhões para a contratação de um atleta ou, quem sabe, um super atleta. Se isso for confirmado, será a maior transação do futebol mundial em toda a história. Até então, em primeiro lugar, está a compra de Zidane, efetuada pelo Real Madrid, no valor de 65,4 milhões de euros, para tirá-lo da Juventus (Itália), em 2001. Com certeza, o nível de valores por atletas está se tornando absurdo. E por quê? A explicação é que existe essa demanda no futebol europeu, pois os clubes trabalham como empresas e faturam alto no marketing esportivo dos craques, principalmente com a venda de ingressos, materiais esportivos e direitos televisivos. Mas, sem dúvida, já é um exagero extremo, uma vez que os investidores não medem as conseqüências sociais de uma distribuição de renda tão injusta, sem falar na utilização do ser humano como mercadoria. E podem acreditar: os atletas são vistos assim pelos empresários. E, quando os jogadores não conseguem sobressair-se, muitas vezes, são abandonados pelos mesmos que não cumprem com a palavra e só visam o lucro.
Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 15h16
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A matéria que saiu no Estadão “Onda de investimentos toma conta do futebol brasileiro”, de Andrew Downie, jornalista do The New York Times, é mais uma prova do quanto as empresas faturam com este esporte e tornam o mercado milionário, chegando a ponto de transformar o futebol meramente num negócio. A Traffic anunciou que fará investimentos na ordem de R$ 20 milhões próprios e R$ 20 milhões dos investidores, para comprar contratos de jovens talentos do futebol e emprestar os atletas aos clubes que pagarão os salários. Isso porque a Traffic pretende usar os times como vitrine para futuras transações milionárias. O Grupo Sonda de Supermercados também faz este tipo de negócio e tem pretensões ainda maiores, em relação a investimentos e futuros retornos financeiros. Os clubes apenas recebem uma parcela das taxas de transferência; o que não é um mau negócio, mas que poderia ser melhor se houvesse organização e administração profissional. O que percebemos é que os clubes estão se tornando reféns dos empresários e das organizações que possuem mais dinheiro para grandes transações. Enquanto isso, os times sucumbem com a falta de dinheiro, com a desordem e ficam nas mãos das empresas que fazem marketing esportivo com os seus atletas, usam a estrutura dos clubes e vão embora com a grana. Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 15h48
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Estou escrevendo uma coluna esportiva para o Jornal Gazeta da Costa Esmeralda, na qual também trarei novidades e assuntos a respeito do marketing esportivo. Aos leitores que apreciam as páginas esportivas dos jornais impressos, podem conferir as edições que circulam nas cidades de Itapema, Porto Belo, Bombinhas, Balneário Camboriú, Tijucas, São João Batista, Nova Trento, Canelinha e Florianópolis. Ou leiam a coluna no site www.guttoferraz.com.br. Lá, vocês vão encontrar a Coluna Esporte na Gazeta On Line. Acessem o site e deixem os seus comentários neste blog sobre a coluna. Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 15h22
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Visitem o site do Instituto Brasileiro de Marketing Esportivo (http://www.ibme.org.br/). Lá, os blogueiros poderão encontrar artigos, estudos de caso e pesquisas realizadas a respeito. Destaco o case, de autoria de Frederico Mandelli Guaragna, que expõe as estratégicas das principais marcas esportivas, o crescimento do marketing esportivo no Brasil, com as transformações sociais e econômicas nos últimos 30 anos. De acordo com dados da pesquisa, são mais de cem milhões de praticantes de um ou mais esportes no país, sendo que o setor movimenta R$ 35 bilhões por ano, representando 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. O autor destaca, ainda, as marcas que possuem a preferência dos brasileiros, no que se refere a materiais esportivos. Dêem uma passada no site da IBME e deixem os seus comentários aqui a respeito. Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 13h44
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Olá amigos e amigas do Blog do Marketing Esportivo! A comunidade no orkut do blog continua aumentando. Agradeço pela cooperação de todos os amigos que se integraram nela. Abri um fórum de discussão e estou convidando os blogueiros que queiram participar. O link da comunidade é: http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=59611477. Aproveitem e participem também. E, para não esquecer, deixem aqui os seus comentários a respeito da comunidade.
Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 13h26
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Olá amigos e amigas do Blog do Marketing Esportivo! Um dos maiores especialistas em marketing esportivo do país, José Carlos Brunoro, tem um vasto currículo no esporte, não apenas como profissional dos negócios, mas como integrante de comissões técnicas de equipes de Vôlei. Ele fez parte da Seleção Brasileira de Vôlei, medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles (EUA), em 1984. Foi diretor de esportes da Parmalat da América do Sul, ao implantar o sistema de co-gestão no patrocínio esportivo (consórcio Palmeiras – Parmalat). É sócio da empresa Brunoro Sports Business. Atualmente, ministra palestras e presta consultorias pelo país. Para ele, fazer marketing esportivo significa realizar diagnósticos e pesquisas para conhecer a realidade do meio e não viver de “achismos”. Parece um pensamento óbvio, mas muitas empresas ainda não o executam. Dessa forma, elas perdem mercado, porque produto, preço, promoção e ponto de venda não foram pensados para um contexto sócio-econômico-cultural. Se não perderam, provavelmente, ainda vão perder. Você também acredita que é importante conhecer o ambiente sócio-econômico-cultural, amplamente, para atingir sucesso nos negócios do marketing esportivo? Deixe o seu comentário... Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 15h19
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Olá amigos e amigas do Blog do Marketing Esportivo! Um assunto que vem gerando polêmicas no marketing esportivo é a sua real função. Quando falamos em marketing esportivo, deveríamos compreender que a sua atividade deve levar em consideração o tradicional mix do marketing: produto, preço, promoção e ponto de venda. No entanto, não é isso que vem acontecendo. Hoje, embora seja visto como mídia alternativa e com a qualidade de maximizar e divulgar uma marca ou um produto, fazendo parte do ambiente, como, por exemplo, de uma partida de futebol, sem roubar a cena do foco principal, não dá para generalizar o marketing esportivo neste sentido. Ele não pode ser apenas considerado um merchandising. Afinal, o marketing esportivo tem um significado mais amplo que é o de atender as necessidades de um público que procura por serviços. Ou seja, da forma como hoje é visto o marketing esportivo, tudo gira em torno da publicidade, sem, realmente, levar em consideração o produto, preço e ponto de venda. Somente, a promoção. Assim, não atingimos as reais necessidades do público, mas o seu “instinto” de consumidor. Você leva o produto por que está na mídia, e a publicidade tem esse poder de persuasão. Por isso que precisamos rever os conceitos de marketing esportivo para não denominarmos erroneamente o seu significado em sua amplitude. Afinal, a publicidade é mais um recurso do marketing esportivo, mas não o seu fim. Gostaria de saber de vocês, leitores, se algum dia já tiveram vontade de comprar um produto, impulsionados por uma publicidade no meio esportivo. Façam seus comentários aqui.
Até à próxima! Escrito por André Tramontina às 15h42
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